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Amazon Não se importa com trabalhadoras grávidas e deficientes, diz denúncia

A Divisão de Direitos Humanos do Estado de Nova York apresentou uma queixa contra Amazon. Afirma que a empresa não atende pedidos de gestantes e trabalhadores com deficiência, apesar dos repetidos pedidos. O comunicado de imprensa da governadora Kathy Hochul revelou a notícia sobre a denúncia.

Amazon enfrentará acusações se for considerada culpada de ser irracional com sua força de trabalho. A empresa também enfrentou acusações de não garantir medidas de segurança adequadas para sua força de trabalho durante o COVID.

Alguns incidentes relatados

O Comunicado de imprensa destaca alguns dos principais incidentes que mostram que Amazon não atendeu a muitos pedidos. Um incidente destaca que uma mulher grávida entrou com um pedido para ser isenta de pegar qualquer coisa acima de 25 libras.

Embora a empresa tenha aceitado os pedidos, os gestores não atenderam à ordem. Eles continuaram a sobrecarregá-la, o que resultou em uma lesão. Depois disso, ela teve que tirar licença sem vencimento. Ela apresentou inúmeras reclamações contra a administração, todas elas sem resposta.

No caso acima, Amazon atendeu ao pedido, mas os gerentes desaprovaram. Mas em outro caso, a empresa não atendeu ao pedido. Posteriormente descartou o pedido alegando que não havia documentação médica suficiente. O gerente sabia que o trabalhador estava trocando de turno para melhorar o ciclo do sono. Mas desta vez, tanto os superiores como a gestão não ofereceram qualquer ajuda ao trabalhador.

Não é a primeira vez que Amazon está enfrentando uma queixa sobre discriminação na gravidez. De acordo com a CNBC, Amazon dispensou muitas trabalhadoras grávidas que não eram produtivas o suficiente. Esses casos provam que Amazon não está interessado em nada, exceto produtividade.

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O que vem a seguir Amazon?

A Divisão de Direitos Humanos do Estado de Nova York investigará o assunto. O popular interveniente do comércio eletrónico poderá enfrentar multas pesadas e ser obrigado a adotar políticas não discriminatórias. Amazon teria de reformular as suas políticas para acomodar os pedidos dos trabalhadores com problemas genuínos.

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